Não quero mais negar a prática da religião,

Não quero mais negar a prática da religião,

Spiritual

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Lyrics

Não quero mais negar a prática da religião, se essencialmente somos uma, por definição. Nem no extremo do legalismo quero ancorar, na letra fria, sem empatia, hortelã a dizimar. Ser religião não é a questão — o erro é noutro lugar, muitas paredes e placas, tantas verdades a ecoar. Há muitas téses tão boas, mas sem a alma do amar, e sem amor sou apenas como o metal a ressoar. O equilíbrio e a coerência — desafio a se desbravar, maior exemplo em tudo, ao Mestre o nosso olhar. Templos e sinagógas, Ele estava lá; lia as escrituras Orava ao Pai, e guardava tradições da sua cultura. Era em si a verdadeira religião — o amor que dá a vida, com mansidão e jugo suave, ao pecador deu acolhida. Era em si a verdadeira religião — o amor que dá a vida, com mansidão e jugo suave, ao pecador deu acolhida. Ai de mim, quando minha fé vira vitrine e aparência, quando côo meus mosquitos e engulo a indiferença. Se esqueço a justiça e me abrigo nos ritos da devoção, viro um sepulcro bonito, bem distante do Teu coração. Preciso caminhar rumo ao amor que dá a vida, com jugo suave, ao pecador igual dar acolhida. Ser religião não é a questão — o erro é noutro lugar, O equilíbrio e a coerência — desafio a se desbravar, Preciso caminhar rumo ao amor que dá a vida, com jugo suave, ao pecador igual dar acolhida. com jugo suave, ao pecador igual dar acolhida. Ao pecador igual dar acolhida… acolhida… acolhida...