A fera ruge
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Lyrics
(Intro: Sons de ventos uivantes e um batimento cardíaco lento e pesado que reverbera como um tambor de guerra. Um coro fúnebre começa baixo e cresce em intensidade.)
(Verso 1)
O bipe do hospital tornou-se o sino da catedral do vazio
Onde o sangue de um homem mortal tornou-se um rio de frio
Kaito morreu no silêncio, sob luzes de neon e dor
Mas Ren despertou no caos, como o novo e único senhor.
Cabelos brancos, como a neve de um inverno eterno e cruel
Olhos de cristal azul que rasgam o próprio véu do céu
Ele não respira o ar, ele consome a esperança ao redor
A realeza dos Satou renasceu em sua forma pior.
(Pré-Refrão)
O chão racha, a gravidade cede, o sol perde o calor
A aura dele é um peso morto, um manto de puro pavor
Não há onde se esconder, não há oração que alcance
O mundo está no tabuleiro, e ele não dá chance.
(Refrão)
Ren Satou! O Verbo que subscreve a criação!
Com um gesto de mão, ele dita a sua extinção!
O medo é o oxigênio, o desespero é o altar
A magia dele é a tinta que faz a realidade sangrar!
Cabelos de neve, olhos de cristal, o Rei do Horror
Onde ele passa, a vida ajoelha em agonia e dor!
(Verso 2)
Ele não conjura fogo, ele não invoca o trovão
Ele apaga a existência com o peso da sua negação!
Sua magia é a Subscrição: ele reescreve o que é real
Transforma montanhas em cinzas e o bem no mal original.
Vejam os reinos caírem sem que ele precise de espada
Apenas sua aura esmagadora deixa a terra devastada.
Os deuses deste mundo tremem, pois sentem o cheiro do fim
"Eu morri uma vez", diz Ren, "agora o destino pertence a mim!"
(Verso 3 - O Desespero)
Mães escondem os filhos, mas a sombra de Ren alcança a alma
A paz é uma memória antiga que sua presença descalma.
É um terror que não grita, é um desespero que consome
A natureza se retorce ao ouvir o eco de seu nome.
A cada passo de suas botas reais sobre o solo sagrado
O destino de milhões é por sua vontade confiscado.
(Ponte - Clímax Orquestral com vocais intensos)
Aura absoluta! Pressão que esmaga os ossos!
O mundo é um pergaminho e ele é o mestre dos nossos remorsos!
Ele escreve o medo!
Ele assina o terror!
Ele subscreve a vida com a caneta do seu próprio rancor!
(Grito ecoado)
"TUDO O QUE EXISTE... EU AGORA REESCREVO!"
(Solo de Guitarra e Violino Melancólico/Agressivo)
(Refrão Final)
Ren Satou! O Verbo que subscreve a criação!
Com um gesto de mão, ele dita a sua extinção!
O medo é o oxigênio, o desespero é o altar
A magia dele é a tinta que faz a realidade sangrar!
Cabelos de neve, olhos de cristal, o Rei do Horror
O universo se cala diante do seu novo e terrível senhor!
(Outro)
(A música desacelera, voltando ao som do monitor cardíaco, mas agora com um tom distorcido)
O mundo estremece...
A realidade se apaga...
Ren Satou... o ponto final.
(Som de algo sendo riscado com força, seguido de silêncio absoluto)