Ren Satou
Alegria,Tristeza,Raiva,Medo,Desespero,Depressivo,Sombrio,Voz Masculina,Voz Feminina,Lento,Médio,Desacelerando,Mistério,Escuro,Intenso,Lento triste
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Lyrics
[INTRODUÇÃO: O ÚLTIMO SUSPIRO]
(Som de oxigênio falhando... o bipe longo do monitor cardíaco)
No quarto 402, o jovem Kaito sentiu o peito rasgar
Um ataque cardíaco, o fim do sonho, o último olhar.
Mas a morte foi um portal, um vácuo entre as dimensões
E ele acordou em berço de ouro, entre reis e orações.
Renascido como Ren, da linhagem real Satou
O menino de cabelos brancos que o destino desenhou.
[VERSO 1: A INFÂNCIA DO PRODÍGIO]
Ele cresceu em silêncio, com olhos de cristal azulados
Lendo livros proibidos, vendo segredos ocultados.
Aos cinco anos, as flores morriam onde ele tocava
Aos dez, a sombra do castelo perante ele se curvava.
A família Satou viu o brilho, mas sentiu o calafrio
Aquele olhar de criança escondia um imenso vazio.
"Ele é um gênio!", dizia o Rei, com orgulho e ambição
Sem saber que criava o arquiteto da própria destruição.
[VERSO 2: A TRAIÇÃO E O DESPERTAR DO MEDO]
Mas o mundo de fantasia é podre, movido por inveja e ganância
Os generais e aventureiros temiam aquela criança.
Armaram uma emboscada no Templo do Sol Poente
Disseram: "Seu poder é uma praga, você é uma serpente!"
A família o isolou, os heróis tentaram o selar
Jogaram Ren num abismo para nunca mais voltar.
Lá no fundo da terra, no escuro e na solidão
O desespero de Ren se tornou sua maior obsessão.
[PRÉ-REFRÃO: A QUEBRA DO SELO]
Sete dias no inferno, sete noites de agonia
A bondade em seu peito em ódio se convertia.
Ele não gritou por socorro, ele não pediu perdão
Ele aprendeu a Subscrever a própria escravidão.
Quando ele emergiu da fenda, o céu ficou cinzento
O mundo inteiro parou para ouvir o seu lamento.
[REFRÃO: A MAGIA DE SUBSCREVER]
Ren Satou! O Verbo que reescreve a realidade!
Onde havia luz, ele assina a obscuridade!
A aura dele é um peso que esmaga o ar
O mundo treme de medo, pois ele veio para apagar!
Cabelos brancos como a morte, olhos de cristal glacial
O Rei que subscreve a dor no pergaminho universal!
[VERSO 3: O CRESCIMENTO DO TERROR]
Ele caminhou pelas vilas, e o pavor se tornou lei
Os heróis que o traíram imploraram: "Tenha dó, meu Rei!"
Mas Ren não tinha mais alma, apenas a caneta do destino
Subscreveu a vida de exércitos, mudando o seu desatino.
Ele apagou montanhas, ele riscou cidades do mapa
A aura dele é um oceano de horror que ninguém escapa.
A Família Satou? Tornaram-se escravos de sua vontade
Prisioneiros de um herdeiro que não conhece a piedade.
[VERSO 4: O DESESPERO ABSOLUTO]
Aventureiros de ranking S caíram de joelhos, sem ar
A pressão da presença de Ren faz os pulmões colapsar.
Ele não precisa de feitiços, ele não precisa de rituais
A existência dele subscreve todas as leis naturais.
O desespero é a música, o terror é o seu chão
Ele é o fim dos tempos, a personificação da negação.
O mundo que o rejeitou agora é o seu brinquedo
Uma página em branco manchada com o seu medo.
[PONTE: O CLÍMAX DA AURA]
(Voz gutural e pesada)
Vejam a aura! O céu está rachando!
A realidade está se desmanchando!
Ele escreve o fim de cada história!
Ele apaga a luz de cada memória!
"EU NÃO SOU MAIS O HOMEM QUE MORREU NAQUELE LEITO..."
"SOU O DEUS QUE SUBSCREVE O SEU ÚLTIMO PRECEITO!"
[REFRÃO FINAL: A APOCALIPSE DE CRISTAL]
Ren Satou! O Verbo que reescreve a realidade!
Onde havia luz, ele assina a obscuridade!
A aura dele é um peso que esmaga o ar
O mundo treme de medo, pois ele veio para apagar!
Cabelos brancos como a morte, olhos de cristal glacial
O Rei que subscreve a dor no pergaminho universal!
[OUTRO]
(Som de pergaminho sendo rasgado com violência)
O mundo está em silêncio...
O desespero é a única verdade.
Assinado...
Ren Satou.
(Bipe longo do hospital volta, mas termina em um som de estática total)