Jacinto 14
Rock
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Lyrics
Sou Jacinto — salto alto, gay fenomenal
No campo contido… no duche uma fera brutal!
Veterano com garra, diva de cristal
Se é pra ser gay — eu sou sensacional!
Pés de merda? E falho mais um golo monumental!
Entro no balneário — vira catedral!
Dizem “tem calma”, batem-me nas costas…
Mas eu nasci pra ser o maior de todas!
(Pré-Refrão – crescendo, bateria suave)
O jogo termina… começa a ação
Vapor sobe alto… sinto a explosão!
(Refrão – grandioso, vozes em harmonia)
No duche eu briiiiilho mais que o soooool!
Sou tempestade e furacão!
Monteiro diz — “Anda cá que eu não te aleijo!”
Angélico faz-me tremer até os pés!
Pajó suspira com ciúmes,
Cai o sabão — sobe a tensão!
Cenoura faz pose imperial…
Com aqueles peitos — loucura total!
(Verso 2 – narrativo e declamado)
Fico à espera no vapor quente,
Coração dramático, eternamente ardente.
Varela fala muito e faz-me pouco…
Mas com Paulo Jorge eu fico louco!
Depois vem o Hélder com aquele abdominal,
Que me deixa com tesão total!
Há um nome que ecoa em vão…
Zé Porros… dono do meu coração…
(Ponte – estilo Bohemian drama, vozes sobrepostas)
Será que ele vem? (“Ele vem! Ele vem!”)
Será que me quer? (“Talvez! Talvez!”)
Se é pecado amar assim…
Então que o balneário cante por mim!
Galileo! (Galileo!)
Sabonete! (Sabonete!)
Purpurina magnificooooo!
(Break – silêncio + piano suave)
Zé Porros…
Vem para cá…
(Refrão Final – explosão total, guitarras + coros épicos)
No duche sou rei e rainha também!
Se é pra amar — amo além!
Monteiro, Angélico em tensão,
Pajó rendido à emoção!
Cenoura cai na minha explosão,
Varela fala… eu ignoro a tentação!
Paulo Jorge me faz perder o chão,
Hélder domina com seu abdominal — tesão!
Mas Zé Porros ainda domina meu coração!
Sou trovão! Sou clarão!
Sou orgulho em revolução!